A matemática está na nossa vida desde muito cedo, tendo como exemplo quando ensinamos nossos filhos ou sobrinhos a contarem até dez, quando eles nem aprenderam direito a falar a língua portuguesa ou quando ensimos as crianças a contarem em outras línguas, o inglês por exemplo. Queremos que as crianças tenham contato com a matemática e isso de certa forma é inconsciente até para nós adultos.
A criança geralmente quando entra na vida escolar já tem seus conhecimentos prévios da matemática , a diferença é que a prática dela é muito diferente da teoria imposta em sala de aula, ou seja , o ensino da matemática se torna um martírio tanto para aluno quanto para professor, citando Smole "... a escola deve fazer o aluno ir além do que parece saber, deve tentar compreender como ela pensa, que conhecimentos traz de sua experiência no mundo e fazer as interferência no sentido de levar cada aluno a ampliar progressivamente suas noções matemáticas."
O professor deve tornar as aulas de matemática agradável e convidativa, planejando- as, fazendo com que as crianças compreendam e usem o que aprenderam no seu dia a dia e não fiquem somente na educação bacária, e para isso o professor tem que usar as diferentes formas de ensinar matemática como jogos lúdicos, cartas de baralho, trabalhos fora de sala de aula, como ir ao supermarcado e fazer pesquisas de preço por exemplo.
Desta forma a matemática será prazerosa e fará sentido aprende-la.
sexta-feira, 29 de maio de 2009
domingo, 8 de março de 2009
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Leitura e escrita com a tecnologia
Fazendo uma ligação entre o filme Narradores de Javé , o texto Novas práticas de leitura e escrita: Letramento na Cibercultura de Magda Soares e uma entrevista feita com uma pessoa não alfabetizada, temos vários pontos em comum nestes portadores de texto. No filme vimos que a maioria do povoado existente na cidade de Javé não sabe ler nem escrever e agora se encontra em uma situação complicada pois, necessitavam registrar suas histórias (causos) para salvar sua cidade do "progresso" com a construção de uma hidroelétrica. O filme mostra bem como é a cultura de pessoas simples onde a fala toma lugar da escrita e suas histórias vão passando de pai para filho e assim por diante.
O mesmo acontece com o entrevistado Sr João que antes tinha que pedir para alguém escrever quando nessecitava e hoje faz uso da tecnologia para se comunicar (telefone), mas lamenta não saber escrever pois, a escrita faz falta em tudo na sua vida. Também entrevistei uma senhora de 82 anos que diz, tanto a escrita como a leitura lhe fazem muita falta , ela gostaria muito de ler um livro, uma revista e a bíblia.
Relacionado o a entrevista , o filme e o texto pode se concluir que as novas tecnologias vem ajudando muito a sociedade de forma que todos possam ter acesso a informação e a comunicação, segundo Bolter pode-se concluir que a tela como espaço de escrita e de leitura traz não apenas novas formas de acesso à informação, mas também novos processos cognitivos, novas formas de conhecimento, novas maneiras de ler e escrever, enfim, um novo letramento...
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